Nada é mais triste
que amar a pessoa errada
é como jogar o Euromilhões
com a chave vencedora
da semana passada.
Nada é mais triste
que o desinteresse verdadeiro
de quem amamos por inteiro
é estar num TITANIC meio afundado
como passageiro politraumatizado.
Nada é mais triste
que um desempregado de amor
dedicar anos por um objectivo
e levar com o despedimento colectivo
pelas más decisões de um Ex-Director.
Nada é mais triste
que ser somente um
por uma causa de dois
é como ir de férias
para o Algarve
num carro de Bois.
Nada é mais triste
que sonhar o impossível
é como partir para o Iraque
sentado num bidon de gasolina
dentro de um fluorescente dirigível.
Nada é mais triste
que esperar pela mudança
é como partir para o futuro
agarrado a uma lembrança
como a droga numa balança.
São estranhas estas coisas da vida
quase que me apetece dizer
mas que filha de puta de sina
Isto não é amor, isto é mesmo rima.
Nada é mais triste, nada...
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Algures
Algures no meio de mim
estás tu
determinada e apaixonada
disposta a tudo
por quase nada
Isso vale muito
se não for a pessoa errada...
estás tu
determinada e apaixonada
disposta a tudo
por quase nada
Isso vale muito
se não for a pessoa errada...
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
O Pleno
Não quero mais problemas
nem um poema escuro
de acusações quase passadas.
Quero o pleno sem medo
um poema de amor puro
de quem não tem medo de escadas.
nem um poema escuro
de acusações quase passadas.
Quero o pleno sem medo
um poema de amor puro
de quem não tem medo de escadas.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Porque gosto desta velha canção
LA BIEN PAGA
(R. Perelló / J. Mostazo)
Raphael (Spain)
NA TE DEBO
NA TE PIDO
ME VOY DE TU VERA, OLVIDAME YA
QUE HE PAGAO CON ORO TUS CARNES MORENAS
NO MALDIGAS, PAYA, QUE ESTAMOS EN PAZ
NO TE QUIERO
NO ME QUIERAS
SI TO ME LO DISTE, YO NA TE PEDI
NO ME ECHES EN CARA QUE TO LO PERDISTE
TAMBIEN A TU VERA YO TO LO PERDI
BIEN PAGA
SI TU EREES LA BIEN PAGA
PORQUE TUS BESOS COMPRE
Y A MI TE SUPISTE DAR
POR UN PUÑAO DE PARNE
BIEN PAGA, BIEN PAGA
BIEN PAGA FUISTE, MUJER
NO TE ENGAÑO
QUIERO A OTRA
NO CREAS POR ESO QUE TE TRAICIONE
NO CAYO EN MIS BRAZOS
ME DIO SOLO UN BESO
EL UNICO BESO QUE YO NO PAGUE
NA TE PIDO
NA ME LLEVO
ENTRE ESAS PAREDES DEJO SEPULTAS
PENAS Y ALEGRIAS, QUE TE DOY Y ME DISTE
Y ESAS JOYAS QUE AHORA PA' OTRO LUCIRAS
(R. Perelló / J. Mostazo)
Raphael (Spain)
NA TE DEBO
NA TE PIDO
ME VOY DE TU VERA, OLVIDAME YA
QUE HE PAGAO CON ORO TUS CARNES MORENAS
NO MALDIGAS, PAYA, QUE ESTAMOS EN PAZ
NO TE QUIERO
NO ME QUIERAS
SI TO ME LO DISTE, YO NA TE PEDI
NO ME ECHES EN CARA QUE TO LO PERDISTE
TAMBIEN A TU VERA YO TO LO PERDI
BIEN PAGA
SI TU EREES LA BIEN PAGA
PORQUE TUS BESOS COMPRE
Y A MI TE SUPISTE DAR
POR UN PUÑAO DE PARNE
BIEN PAGA, BIEN PAGA
BIEN PAGA FUISTE, MUJER
NO TE ENGAÑO
QUIERO A OTRA
NO CREAS POR ESO QUE TE TRAICIONE
NO CAYO EN MIS BRAZOS
ME DIO SOLO UN BESO
EL UNICO BESO QUE YO NO PAGUE
NA TE PIDO
NA ME LLEVO
ENTRE ESAS PAREDES DEJO SEPULTAS
PENAS Y ALEGRIAS, QUE TE DOY Y ME DISTE
Y ESAS JOYAS QUE AHORA PA' OTRO LUCIRAS
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
2 dedos de tudo
É preciso mãos
para agarrar tudo
o que se apanha
e outras tantas
para largar
o que não se quer
só é preciso
2 dedos de testa...
lol
para agarrar tudo
o que se apanha
e outras tantas
para largar
o que não se quer
só é preciso
2 dedos de testa...
lol
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Metade - Oswaldo Montenegro
"Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso e a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
Mas a outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é a platéia
A outra metade é a canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também."
Não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso e a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
Mas a outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é a platéia
A outra metade é a canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também."
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Moon
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Ai Miguel... como eu te entendo...
o elogio do amor - Miguel Sousa Tavares
"Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade.
Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão.
Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo".
O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.
Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não está lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também"..
"Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade.
Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão.
Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo".
O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.
Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não está lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também"..
sábado, 11 de julho de 2009
My love, the blade
My love has a brand new name
that doesn’t live in pain
My love as a clean new word
that lives around the world
My loves has lots of hope
that she cannot cope
My love doesn't invent lies
as often as she cries
My love doesn´t reject me
as long has she wants me
My love likes the pleasure
as long it’s time measured
My love knows I’m right
although she’s not feeling bright
My love likes to gamble her life
as long she’s not my wife
My love is sharp as a blade
but she just cuts along
The way she knows
The easy way
The wrong one
Again and again…
My love
Forever and ever...
OCTO 2@@9
that doesn’t live in pain
My love as a clean new word
that lives around the world
My loves has lots of hope
that she cannot cope
My love doesn't invent lies
as often as she cries
My love doesn´t reject me
as long has she wants me
My love likes the pleasure
as long it’s time measured
My love knows I’m right
although she’s not feeling bright
My love likes to gamble her life
as long she’s not my wife
My love is sharp as a blade
but she just cuts along
The way she knows
The easy way
The wrong one
Again and again…
My love
Forever and ever...
OCTO 2@@9
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Whatever Happened To You ? - Madrugada
Stay lover, stay
don't just leave me this way,
With nothing left to go on with.
Is there nothing you could say, before you turn and walk away,
(it think with your heart... there's something wrong with it)
I can't believe your heart, there's something wrong with it
Whatever happened to you?
She said (Just say) whatever has to change
It could easily be arranged.
There's something it's not new to me
But now when I'm looking at your face,
there's hardly any traces
of the subtle love that's so good and true to me
And I must sing this from the heart
but there's something I'd done wrong,
right from the start.
Whatever happened to you
Whatever happened to you
Tell me now, you tell me now
You run, lover, run.
I have cared for you all along.
Ever since I first fell for you.
It's though, a very special song
but now it's made it's all been gone
But you know it always did worked so well for you (??)
And I must sing this from the heart,
but there's something I'd done wrong,
right from the start.
Whatever happened to you
Whatever happened to you
Oh, you're cold, lover, cold
living alone in those days of old.
You can only love a shadow and a memory
Follow these wicked lights you tone
We're in a life somewhat gone
I sware before the end that you will remember me.
Whatever happened to you
Whatever happened to you
Whatever happened to you
Whatever happened to you
don't just leave me this way,
With nothing left to go on with.
Is there nothing you could say, before you turn and walk away,
(it think with your heart... there's something wrong with it)
I can't believe your heart, there's something wrong with it
Whatever happened to you?
She said (Just say) whatever has to change
It could easily be arranged.
There's something it's not new to me
But now when I'm looking at your face,
there's hardly any traces
of the subtle love that's so good and true to me
And I must sing this from the heart
but there's something I'd done wrong,
right from the start.
Whatever happened to you
Whatever happened to you
Tell me now, you tell me now
You run, lover, run.
I have cared for you all along.
Ever since I first fell for you.
It's though, a very special song
but now it's made it's all been gone
But you know it always did worked so well for you (??)
And I must sing this from the heart,
but there's something I'd done wrong,
right from the start.
Whatever happened to you
Whatever happened to you
Oh, you're cold, lover, cold
living alone in those days of old.
You can only love a shadow and a memory
Follow these wicked lights you tone
We're in a life somewhat gone
I sware before the end that you will remember me.
Whatever happened to you
Whatever happened to you
Whatever happened to you
Whatever happened to you
sábado, 4 de julho de 2009
Sem escrever
Nada te consigo escrever
porque perco o jeito
assemelho um sofrer
a letras sem efeito.
Eu sei porque não te toco
amor tem desígnios de loucura
algures nestas linhas de sufoco
mais palavras, abafam a ternura.
Por mais livros que escreva
nenhum verso ou poema
me transformam em estrela
quando para ti, sou eterno dilema.
porque perco o jeito
assemelho um sofrer
a letras sem efeito.
Eu sei porque não te toco
amor tem desígnios de loucura
algures nestas linhas de sufoco
mais palavras, abafam a ternura.
Por mais livros que escreva
nenhum verso ou poema
me transformam em estrela
quando para ti, sou eterno dilema.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
A paixão (versão danada)
terça-feira, 23 de junho de 2009
WANNABE
A conquista é minha
mas a vitória é tua
terra branca quase nua
Nobres, soldados e gentís
em desvarios de perfis.
A espada assobia nos
campos de margaridas
rolam cabeças de
outras vidas.
Mais um castelo
mais uma terra
desvario de caramelos
escondidos na serra.
Alta e estranha
como este texto
Quente durante o dia
gelado na calada da noite
onde o amor é somente sexo.
Amanhã haverá mais terras
para o nosso feudo.
mas a vitória é tua
terra branca quase nua
Nobres, soldados e gentís
em desvarios de perfis.
A espada assobia nos
campos de margaridas
rolam cabeças de
outras vidas.
Mais um castelo
mais uma terra
desvario de caramelos
escondidos na serra.
Alta e estranha
como este texto
Quente durante o dia
gelado na calada da noite
onde o amor é somente sexo.
Amanhã haverá mais terras
para o nosso feudo.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
MADRUGADA - MAJESTY
So am I
Good or bad
The way that things did turn out
I did only make you sad
And we cried and we cried
On the phone
Oh, but in my mind
You were never that all alone
Oh, you were majesty
Your robes were heavy
And your longing was cut from bone
So am I am I good or bad
Could only awake your anger
I could only make you mad
Now was that how you showed me
That you were still so young and bold
Anyway those fights did dry me
And I was dying of thirst and I wasn't growing old
Oh, you were majesty
Your robes were heavy
And your robes were very cold
Oh, oh, oh, majesty
But in my mind
I could still climb inside your bed
And I could be victorious
Still the only man to pass through the glorious arch of your head, o-oh
Oh, you were majesty
Your robes were heavy
And your cheeks were very red
Oh, you were majesty
Now it's like I said
That spirit, is now dead
Oh, oh, oh, majesty
Good or bad
The way that things did turn out
I did only make you sad
And we cried and we cried
On the phone
Oh, but in my mind
You were never that all alone
Oh, you were majesty
Your robes were heavy
And your longing was cut from bone
So am I am I good or bad
Could only awake your anger
I could only make you mad
Now was that how you showed me
That you were still so young and bold
Anyway those fights did dry me
And I was dying of thirst and I wasn't growing old
Oh, you were majesty
Your robes were heavy
And your robes were very cold
Oh, oh, oh, majesty
But in my mind
I could still climb inside your bed
And I could be victorious
Still the only man to pass through the glorious arch of your head, o-oh
Oh, you were majesty
Your robes were heavy
And your cheeks were very red
Oh, you were majesty
Now it's like I said
That spirit, is now dead
Oh, oh, oh, majesty
sábado, 13 de junho de 2009
A fábula anti-depressiva do dia.
Um dia o Calimero perguntou à avestruz:
- Porque é que tu sempre que tens problemas enfias a cabeça num buraco?
A avestruz respondeu:
Para ninguem me ver chorar como tu!
E continua a Avestruz:
- E tu? porque é que andas sempre com uma casca como capacete na cabeça?
O calimero, quase a chorar, responde:
É para não conseguir enfiar a cabeça no buraco, quando tenho problemas.
E a partir desse dia, nunca mais tocaram nesse assunto.
Moral da história...
Cada um tem o animal que merece :)
Desculpem-me os pseudo-depressivos, excedi-me...
- Porque é que tu sempre que tens problemas enfias a cabeça num buraco?
A avestruz respondeu:
Para ninguem me ver chorar como tu!
E continua a Avestruz:
- E tu? porque é que andas sempre com uma casca como capacete na cabeça?
O calimero, quase a chorar, responde:
É para não conseguir enfiar a cabeça no buraco, quando tenho problemas.
E a partir desse dia, nunca mais tocaram nesse assunto.
Moral da história...
Cada um tem o animal que merece :)
Desculpem-me os pseudo-depressivos, excedi-me...
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Filologia filosófica de Outeiro
Eu sei que escrevo muito melhor do que falo,
é um defeito feito feitio de anos de atrapalhação fonética.
A procura incessante do melhor texto, recheado
das melhores frases... preenchido pelas melhores palavras
resume-se a isto: Um blog estranho, como todos,
amargo-adocicado como alguns.
Revejo alguns tantos outros da net
mas este é meu, e nele tudo o que escrevo
é resultado desta tortuosa conexão de neurónios
que tem dias de profunda tristeza passada
outros de brilhante sentimentos futuros
e vice-versa.
Eu sei que escrevo melhor do que falo,
aqui, nesta amalgama de bytes e bits
do que gostava de dizer, gritar,
espernear, gozar, sentir e rir...
Há dias que, para nos sentirmos vivos, o melhor é estar calado...
Como tantos outros...
é um defeito feito feitio de anos de atrapalhação fonética.
A procura incessante do melhor texto, recheado
das melhores frases... preenchido pelas melhores palavras
resume-se a isto: Um blog estranho, como todos,
amargo-adocicado como alguns.
Revejo alguns tantos outros da net
mas este é meu, e nele tudo o que escrevo
é resultado desta tortuosa conexão de neurónios
que tem dias de profunda tristeza passada
outros de brilhante sentimentos futuros
e vice-versa.
Eu sei que escrevo melhor do que falo,
aqui, nesta amalgama de bytes e bits
do que gostava de dizer, gritar,
espernear, gozar, sentir e rir...
Há dias que, para nos sentirmos vivos, o melhor é estar calado...
Como tantos outros...
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Gato Gasto
Prometo ser matreiro
ronronar nos teus vestidos
esfrangalhar o teu sofá
brincar com a bola de angorá
Prometo desmembrar os teus puffs
miar dia e noita à toada do luar
caçar moscas em pleno ar
fazer um ar de gato gasto
culpado felino de espera
por quem amar.
MIUAUUUU...
ronronar nos teus vestidos
esfrangalhar o teu sofá
brincar com a bola de angorá
Prometo desmembrar os teus puffs
miar dia e noita à toada do luar
caçar moscas em pleno ar
fazer um ar de gato gasto
culpado felino de espera
por quem amar.
MIUAUUUU...
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Todo o Futuro prometido

Prometo ... no Futuro
a começar agora
que vou gastar todos os minutos
de todas as horas de todos os dias
de todos os anos de todos os que amo
e de todos os que me amam
de todos os empregos entre todo o dinheiro
que falte ou tudo exceda,
de todas as palavras de todos os sorrisos
de todos os que perdoo e me perdoam
por todo o errar de todos os enganos
por todo o sentir e sorrir
de todo o brilho nos meus olhos
de toda uma vida de paixão
Prometo, em todos de tudo.
um futuro escrito num quadro de giz.
pois tudo é estar vivo e todos é ser feliz.
S. Outeiro
sábado, 6 de junho de 2009
Anonimous naïf poem
Once a anonimous told me:You dream too much...
It's almost true
but not from you.
I can see you by a mile
You think you can foul me?
Distract me for a while?
Wash your ideias in the swimming pool
Cause, you will not play me again as a foul
Now, I know who you are... my love
I know every inch of your brain
Almost as well as every corner of your skin
I can even understand your sour pain
You selected our way
And by God...
Left me astray
Murdered love on the way through
And by God...
I really loved you
I'm not a postponed wish
And by God...
Maybe the aquarium just lost the fish
I will be truly happy in sin
Either you posting anonimous
or having the "balls" to sign in
Yours truly
OCTOPUSS ... in sin
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Recital salgado
Não faças tempestades
sem saberes se tens vento suficiente
para revolver esse teu mar salgado
estranha alma em que navegas.
Não faças tempestades
sem saberes se tens chuva em quantidade
para limpar toda essa espuma e raiva
que lava quase tanto como nos afoga.
Quero uma maresia de paz
em areias cálidas e cúmplices
da nossa praia favorita
Sem destroços ou palavras salgadas .
Quero água doce como os teus beijos
entre tempestades de desejos.
sem saberes se tens vento suficiente
para revolver esse teu mar salgado
estranha alma em que navegas.
Não faças tempestades
sem saberes se tens chuva em quantidade
para limpar toda essa espuma e raiva
que lava quase tanto como nos afoga.
Quero uma maresia de paz
em areias cálidas e cúmplices
da nossa praia favorita
Sem destroços ou palavras salgadas .
Quero água doce como os teus beijos
entre tempestades de desejos.
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